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O RH ainda é visto, em muitas empresas, como um setor burocrático e reativo, focado apenas em atender demandas. No entanto, as empresas que realmente crescem já entenderam: RH estratégico não é apenas suporte — é um motor de negócios. 

Quando bem estruturado, o recrutamento deixa de ser apenas um processo e, consequentemente, se torna uma vantagem competitiva. A questão é: como transformar o RH de operacional para estratégico na prática? 

Muitos falam sobre essa mudança; entretanto, poucos sabem como implementá-la de forma real e eficiente. Por isso, estes passos vão te mostrar o caminho.

Passo 1: Pare de reagir – comece a planejar 

Primeiramente, alinhe com a liderança: sente-se com eles para discutir e alinhar um planejamento de headcount.

Isso envolve entender as metas de crescimento da empresa e como o RH pode apoiar esses objetivos.

Além disso, use dados históricos e tendências para prever demandas futuras, considerando crescimento, rotatividade e novas áreas de negócios.

Ademais, desenvolva um funil de talentos antes mesmo das vagas surgirem.

Isso pode incluir a criação de redes de contatos, parcerias com universidades e a utilização de redes sociais para atrair candidatos qualificados.

Ou seja, nenhuma vaga deve ser uma surpresa imediata. O RH deve estar preparado para atender às necessidades futuras da empresa.

Passo 2: Deixe as planilhas do RH para trás 

Em seguida, use um ATS (Applicant Tracking System) para automatizar a triagem, comunicação e fluxo de candidatos.

Dessa forma, você não apenas economiza tempo, mas também melhora a eficiência do processo de contratação.

Além disso, adote ferramentas de People Analytics para tomar decisões baseadas em dados, o que ajuda a identificar tendências e melhorar a qualidade das contratações.

Igualmente, digitalize feedbacks, pesquisas de clima e gestão de desempenho para facilitar a coleta e análise de dados.

Assim, o RH deve gastar menos tempo com tarefas operacionais e repetitivas, focando mais em construir soluções estratégicas.

Passo 3: Meça tudo. O que não é medido, não melhora 

Por outro lado, monitore o Time to Fill para identificar gargalos no processo de contratação.

Além disso, acompanhe a taxa de conversão para avaliar a eficácia das estratégias de recrutamento.

Não se esqueça de calcular o custo por contratação, avaliando se o RH está utilizando bem seus recursos.

Por fim, verifique a qualidade da contratação, analisando o desempenho dos profissionais após seis meses, por meio de avaliações de desempenho.

Portanto, decisões de RH baseadas em intuição devem ser substituídas por decisões baseadas em dados.

Passo 4: RH NÃO é suporte – é estratégia de crescimento 

  • Participe de discussões estratégicas: Inclua-se em discussões sobre expansão e estrutura de times. Isso ajuda a garantir que as decisões de RH estejam alinhadas com os objetivos globais da empresa. 
  • Influencie decisões sobre cultura e retenção: Use dados para influenciar decisões sobre cultura organizacional, retenção de talentos e employer branding. 
  • Prove o impacto: Demonstre, com dados, o impacto de cada contratação no negócio. Isso pode incluir a análise de como as novas contratações afetam a produtividade e o crescimento da empresa. 

Meta: O RH deve ser visto como um motor de crescimento, não apenas um departamento administrativo. 

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